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Alimentação Racional Infantil

Alimentação Racional Infantil

A ALIMENTAÇÃO RACIONAL

É um ramo das ciências nutricionais que reune caminhos para facilitar às pessoas uma racionalidade alimentar que, sem afastar do prazer de comer, proporciona um poderoso recurso de manutenção da saúde e de cura.

NESSA OFICINA, VOCÊ:

1. Entenderá como manipular e combinar os alimentos de forma simples;
2. Terá a oportunidade de questionar seus hábitos alimentares e montar estratégias nutracêuticas mais racionais em função de seu método de vida;
3. Aprenderá a promover a limpeza do corpo através de processos de desintoxicação e a elaborar estratégias curativas para cada categoria dos pequenos males.

SOBRE OS FACILITADORES

Fernanda Freire – possui especialização em Agricultura Biológico-Dinâmica pela UNIUBE/ELO (SP), é educadora com referência sobre estilo de vida natural, yoga e Alimentação Saudável. Ministra Oficinas e workshops na produção de alimentos orgânicos, fermentados e receitas saudáveis e práticas para o dia a dia de adultos e crianças.

Túlio Americano – é Naturopata, professor e idealizador da Alma Naturae. Túlio é formado em educação física e tem especializações em fisioterapia, medicina tradicional chinesa, fitoterapia, iridologia, shiatsu, medicina ayurvédica, massoterapia, rolfing, tuiná, hipnoterapia, terapia floral e homeopatia. Em sua formação, passou por países como Espanha, Inglaterra, China, França, Estados Unidos e Coreia do Sul. Pratica diariamente a medicina naturopática há mais de trinta anos na Alma Naturae, além de ministrar cursos de formação em todas as suas áreas de proficiência.

MATERIAL INCLUSO

– Apostila digital da base teórica
– Apostila digital dos cardápios a serem elaborados na oficina
– Almoço e degustações

QUEM PODE FAZER

Pessoas que tenham interesse em aprender e/ou aprimorar seus conhecimentos acerca do preparo de refeição simples, saudáveis e saborosas para atender, em primeiro lugar, a si próprio, crianças e adultos.

INVESTIMENTO

Duas parcelas de R$ 210,00 ou R$ 400,00 à vista até o preenchimento das vagas.

LOCAL DO EVENTO

Sede Campestre da Alma Naturae, situada no Núcleo Rural Desembargador Colombo Cerqueira, Rua do Cachoeirinha, Chácara 510A (próxima ao Paranoá e a 22 Km de Brasília)

INSCRIÇÕES ANTECIPADAS POR:

http://www.almanaturae.com.br/inscricao/ ou
contato.almanaturae@gmail.com ou
(61) 3248 -6404 / 99970 – 6404 WhatsApp

Salão Sede Alma Campestre (disponível para aluguel)

Salão Sede Alma Campestre (disponível para aluguel)

O salão Sede Campestre Alma Naturae foi inaugurado, está aberto e disponível para aluguel de eventos selecionados.

Venha realizar o seu evento com a gente! Ficaremos felizes em promover ou sediar encontros tão especiais.

O ambiente tem 300 metros quadrados, capacidade para até 100 pessoas. Possui balcão gourmet, geladeira mais 4 banheiros externos . Está situado na zona rural do Boqueirão/DF a 25km do Plano Piloto.

Para mais informações e investimento, por gentileza, entre em contato por e-mail contato.almanaturae@gmaill.

Veja outras imagens do salão e a história da sua construção aquihttps://www.facebook.com/pg/Almanaturaebrasil/photos/?tab=album&album_id=1124113120968655

Ebook de Fitoterapia Brasileira do professor Túlio Americano

Ebook de Fitoterapia Brasileira do professor Túlio Americano

Túlio Americano é um professor de Educação Fisica especializado em recuperação f;isca que vem trilhando o caminho da medicina tradicional desde os primeiros anos de atuação profissional, nos anos 80. É pós-graduado em tradicional Medicina Chinesa e Fitoterapia oriental e brasileira, e atua diariamente utilizando técnicas de tratamento e diagnose não invasivas, e consagradas mundialmente por sua alta resolutividade . Homem do campo, pesquisa ativamente a fito-fauna brasileira dedicando por parte de sua vida a resgatar e sistematizar o conhecimento médico de nossos antepassados e difundi-lo através dos curso, palestrar e workshops que ministra por todo o brasil. E’ta radiando em Brasília onde à 15 anos fundou a Alma Naturae, Instituto de Ensino e Pesquisa em Naturopatia, onde pode ser encontrado todos os dias ajudando um grande grupo de pessoas e recuperar o seu equilíbrio físico, psíquico e emocional.

Contrariando a facilidade, o consumismo, a lógica cega e a descrença no sutil, Túlio Americano convida-nos a uma leitura espetacular sobre a relação dos seres dentro de um universo energético e pulsante: uma releitura da fitoterapia tradicional permeada pela física quântica, dentro de uma visão holística e muito amorosa.

Iniciando o livro com uma abordagem xamânica bem estruturada, o autor apresenta a expressão do divino em nós, de uma forma poética. A incondicional reverência ante algo bem maior do que esta dimensão na qual estamos inseridos é a tradução de todo um conhecimento tradicional transmitido entre muitas gerações, mas aparentemente esquecido pela sociedade atual. Este livro, portanto, estabelece uma ponte conceitual entre a fitoterapia atual a fitoterapia xamânica, praticada por povos tradicionais, reunindo também alguns conceitos da homeopatia e da medicina tradicional chinesa.

Para adquirir o livro, acesse: https://leanpub.com/fitoterapiabrasileira

Arnica para Todos os Medos

Arnica para Todos os Medos

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O uso da Arnica Montana, arbusto de médio porte originário das grandes altitudes europeias, é conhecido e valorizado de longa data por todos os Fitoterapeutas e Homeopatas do mundo, que a receitam quase todos os dias por seu grande valor na resolução da maioria dos processos inflamatórios ligados aos traumas mecânicos a que todos estamos sujeitos ao longo da vida. A Homeopatia em especial, estende seu uso inclusive aos bloqueios psíquicos que quase sempre acompanham traumatismos de médio e grande porte, indicando-a em dinamizações acima da “duzentésima hanemaniana” para explorar seus efeitos enquanto princípio ativo protetor da estrutura psíquica do paciente.

Ocorre que a Arnica Montana contém em toda a sua estrutura a Arnicina, um óleo essencial tão irritante para o sistema que é conhecido como um tóxico com capacidades abortivas por produzir contrações musculares espasmódicas e vaso dilatação excessiva. Isto a contra indica para uso interno na forma de Tinturas ou “in natura”, o que de certa forma limita o seu uso mais amplo posto que a população em geral prefere acessar os fitoterápicos na forma de chá. E aí é que surge como opção de grande valor: as “nossas” Arnicas. Existem no Brasil algumas plantas diferentes conhecidas pelo nome genérico de “Arnica”, e dentre elas uma variedade endêmica nas paisagens de altitude de nossas chapadas, a “Arnica do Campo” (Lychnophora pinaster). É uma palmeira de pequeno porte que infelizmente já se contabiliza entre as espécies em perigo de extinção, pois nas últimas décadas o agronegócio descobriu o cerrado como excelente espaço para plantio posto que é naturalmente plano e muito rico de água de extrema qualidade. O resultado disso é que os nossos campos e várzeas, secos ou úmidos, estão desaparecendo sob a ação dos arados e lâminas dos tratores, o que está rapidamente levando ao esgotamento as espécies nativas que só medram em biomas específicos como este.

Terrorismo ecológico à parte, o interessante é saber que a Arnica do Campo tem as mesmas indicações que a Montana, com a vantagem de seu princípio ativo estar mais equilibrado em termos de toxidez. As Tinturas obtidas a partir de sua maceração são utilizáveis tanto externa quanto internamente, e mesmo que em baixas dosagens tem uma ação analgésica e anti-inflamatória que chega a ser impressionante por sua eficiência. Muita gente sabe disso posto que seu uso popular é tradicional e praticamente todas as populações do cerrado a utilizam largamente, embora não saibam manejá-la de forma a não depredar as manchas de brotamento que ocorrem nas bordas de chapada e em várzeas úmidas. O que quase ninguém sabe é que a Arnica do Campo também apresenta uma forte atividade psíquica, centrada sobretudo na recuperação de conteúdos tais como: acertividade, lucidez mental, objetividade, auto estima, sentimento de poder pessoal e outros decorrentes destes mais amplos. No meu caso em particular isto foi descoberto por força de uma destas “sincronicidades” que volta e meia enriquecem a vida da gente com valores que nos serão grandemente úteis daí para frente.

Em determinado momento fui chamado à casa de uma paciente que não via já ha algum tempo, pois ela vive em São Paulo, enquanto estou sediado em Brasília. Neste dia em particular estava naquela cidade ministrando algumas aulas a um grupo de médicos interessado em medicina chinesa, e uma das alunas estava ali justamente por indicação daquela paciente. De fato era uma paciente em comum, pois ambos a tratávamos episodicamente. Neste dia, ao final do período, esta aluna foi chamada à casa desta paciente e, mais tarde, por volta das 23:00h, me contatou no hotel com um pedido para que fosse até lá como um último recurso antes de encaminhar a internação daquela pessoa. Resumindo a história, ela estava a cerca de vinte dias trancada em seu quarto sem se dispor a comer, tomar banho, falar com qualquer um ou fazer qualquer coisa que a expusesse a algum esforço ou à presença de alguém estranho. Uma fratura relativamente recente em um dos pés lhe causava grande dor, e apesar disso, ela não permitia que ninguém se aproximasse se o intuito fosse examiná-la. Aceitava a conversa com os filhos e o ex-marido, também médico, mas não suportava ser manipulada ou mesmo solicitada de forma alguma. O quadro era já preocupante tanto pela desnutrição em si quanto pelos perigos potenciais de auto agressão que um estado depressivo como aquele sempre significa. Cheguei ao apartamento e felizmente ela aceitou me receber demonstrando inclusive, certo entusiasmo com a minha presença. Como disse não nos víamos ha algum tempo, e nossa relação sempre foi muito boa tanto do ponto de vista clínico quanto pessoal.

Realmente seu quadro era crítico e àquela altura pouca coisa poderia ser feita em termos de tratamento direto dentro dos meus recursos corriqueiros. De qualquer forma sentei-me á beira de sua cama e comecei uma conversa amena, sem muita pretensão de chegar a algum lugar objetivo. Isto a agradou, pois não se viu pressionada a falar de si mesma ou do como havia chegado àquela lamentável situação. Mas como era de se esperar, acabamos por chegar a isso naturalmente e em determinado momento ela me lembrou de ter me pedido que receitasse algo anti-inflamatório para si mesma, pois que tinha fraturado um dos pés em um acidente doméstico um par de meses atrás. Naquela ocasião, lembro de ter lhe indicado a Arnica na forma de tintura alcoólica, tanto para ser tomada via oral quanto para ser aplicada na forma de compressas frias topicamente. Me revelou que a partir dali seu estado de espírito fora se deteriorando e muitas das coisas que a perturbavam naquela época da vida foram tomando uma dimensão tão grande que se tornaram impossíveis de enfrentar. Enquanto ela se entretinha relatando um fato e outro, tentei perceber a lógica que havia por trás daquela história e terminei por realizar o entendimento de que todo o processo de depressão e pânico já existiam de longa data e o que ocorria naquele momento é que tudo aquilo havia sido potencializado pela ação da planta.

Ela estava vivendo o que na Naturopatia chamamos de “Crise de Cura”, mas de uma maneira perigosa e descontrolada. O que fazer por alguém neste estado àquela hora da noite!? E, principalmente, alguém que se negava a tomar medicações, a ser tocada, a se mover, etc. Como último recurso me ocorreu aplicar o princípio homeopático do que “o que te adoece também te cura em uma dose diferente”. Ela ainda mantinha a sua cabeceira uma quantidade da tintura de Arnica que eu lhe havia receitado, e por alguma razão àquela altura deixou-se convencer que um bom banho de imersão em uma banheira de água morna onde fosse diluída a própria Arnica poderia ajudá-la de alguma forma. Tomando do vidro, separei uma quantidade que me pareceu razoável (120ml) e ajudei-a a mancar até o banheiro. O banho durou uns bons quarenta minutos e só não mais porque ela adormeceu profundamente. Tão profundamente que foi possível reconduzi-la à cama sem que acordasse. Na verdade estava tão exaurida pela tensão psíquica que aquele sono era muito mais uma narcose auto induzida que outra coisa qualquer. Após alguns dias a médica dela me informou que estava se recuperando bem já que andava pela casa, lidava com as suas funções familiares e ia retomando a vida gradativamente.

Tocado por esta experiência passei a receitar banhos de imersão com Arnica Campestre a outros pacientes com quadros de Síndrome de Pânico, Depressão Reativa, Angústia e outros de foro semelhante. E sempre, alguns mais outros menos, todos reagiram positivamente e tal foi a consistência deste padrão de resposta que atualmente estou convencido que “aromoterapicamente” a Arnica tem poderes para ajudar na recuperação da psique mais desestruturada. Principalmente para casos de Pânico, sua atividade de recuperar a capacidade de auto proteção não deixa dúvidas, restando é claro atender à necessidade de esclarecer seu mecanismo de ação. Enquanto isso não vem, como a minha confiança na atividade medicamentosa desta planta é total (nunca vi um caso sequer de efeitos colaterais indesejáveis!), vou propondo a meus pacientes o tratamento aromoterápico com o óleo essencial da Arnica. E pela sua cada vez mais extensa lista de aplicabilidades, convido a todos que estejam militando na área de saúde a experimentar. Primeiro em si mesmo e depois, se assim compreender que deve, expandir isto a seus pacientes.

 

Denny Johnson foi o criador do método Rayid.

Denny Johnson foi o criador do método Rayid.

Baseando-se nos conhecimentos já existentes em Iridologia ele criou esse método que consiste em verificar a personalidade de uma pessoa através de sua íris. “Ray”, significa “raio” e “id” é o representado do “inconsciente” preconizado por Freud. Portanto, Rayid poderia ser definido como um raio de luz a partir do inconsciente. “O método Rayid descreve as maravilhas da luz invisível que existe dentro e em torno de cada pessoa: ele acompanha o avanço dessa luz de dentro para fora, passando através dos inúmeros níveis da mente e do corpo.” (JOHNSON, 1992).

O método é simples e baseado, logicamente, nos sinais iridológicos. Ele reúne conceitos psicológicos, pois é uma tentativa de se tornar um instrumento nesse nível. Entretanto, a Psicologia, como as demais ciências, pode demorar anos, décadas até reconhecer um procedimento como científico. Até lá muitas pessoas idôneas, sérias, éticas serão perseguidas, terão seus diplomas cassados, por utilizarem algo que é não-científico no exercício profissional, até o momento que, num rompante de luz, tudo é validado.

Com o método Rayid não é diferente. Ele não é reconhecido como um instrumento, uma técnica psicológica científica. Portanto, não pode ou deve ser utilizado como tal por um psicólogo. E o profissional que fizer uso dele, poderá ser cassado. Nossa tentativa, portanto é a de mostrar que o método Rayid pode ser sim científico e utilizado pela Psicologia como recurso para o conhecimento do ser humano.

Na sua essência, esse método procura determinar a personalidade e atitudes de uma pessoa como, por exemplo, se ela é introvertida ou extrovertida, se mais emocional ou racional e, ainda, usando de “simbologia”, se um determinado sinal numa determinada área da íris que representa um determinado órgão leva a pessoa a ter uma determinada atitude. Através do método Rayid descobrimos que “o olho também é um holograma. É um holograma que revela mais do que apenas o físico. Ele expressão com precisão a totalidade de nossos pensamentos, emoções e capacidades.” (JOHNSON, 1992).

Então, no método Rayid temos a extroversão que “é o movimento para fora da vitalidade emocional e física” (JOHNSON, 1992) e introversão que”é o movimento da vitalidade emocional e física voltado para dentro” (JOHNSON, 1992). Sobre esses fluxos energéticos básicos tem-se os 4 padrões de personalidades que são: o padrão jóia que “reagem aos demais com análise, pensamento e palavras” (JOHNSON, 1992); o padrão flor que “reagem à vida com os sentimentos e a comunicação visual” (JOHNSON, 1992); o padrão corrente que “são fisicamente sensíveis e reagem ativamente aos outros com gestos delicados” (JOHNSON, 1992); e, finalmente, o padrão agitador que “são pessoas intensamente entusiastas, em geral dedicadas a uma causa ou a um objetivo” (JOHNSON, 1992).